Escuta profunda
Escutar é mais do que ouvir o que foi dito. É perceber o silêncio entre as frases, o que se repete e o que ainda não encontrou palavra. Cada sessão começa por aí.
Sobre mim
Para além da teoria, o que sempre me capturou de verdade foram os nós das relações humanas. Aquilo que nos escapa. O que nos atravessa.
CRP 06/189076 Psicoterapia de base psicanalítica
Me formei em Psicologia pela Universidade de Taubaté e me apaixonei pela psicanálise. Depois vieram a pós-graduação em Clínica com Crianças e Adolescentes e a formação em Neuropsicologia pelo Hospital Sírio-Libanês — esta última movida pela vontade de entender como o cérebro organiza, e desorganiza, as nossas vivências.
Atendo adultos, em psicoterapia de base psicanalítica ou em psicoterapia breve. Qual dos dois caminhos faz mais sentido depende de cada caso, e isso é conversado com você desde o começo — não é uma decisão que eu tomo sozinha.
Na prática clínica, me dedico a escutar a dor que mora justamente no lugar mais bonito e mais desconfortável da vida: as nossas conexões mais valiosas. Os afetos, os laços e os conflitos que surgem quando tentamos equilibrar quem somos com aquilo que entregamos ao outro e com o que recebemos dele — e essa estranha, e tão humana, mania de sofrer por aquilo que amamos.
Além dos estudos constantes, escrevi o artigo O Sentido da Existência na Sociedade do Cansaço, publicado na Revista de Psicologia da Universidade de Taubaté.
Se você está buscando um espaço seguro para sustentar as suas perguntas, dar contorno ao que sente e compreender o seu modo de amar e de se relacionar com o mundo, o convite está feito.
O que guia o meu trabalho
Escutar é mais do que ouvir o que foi dito. É perceber o silêncio entre as frases, o que se repete e o que ainda não encontrou palavra. Cada sessão começa por aí.
Sigilo sobre tudo o que é falado, dentro do que determina o Código de Ética Profissional do Psicólogo. A confiança não é um detalhe do trabalho: é a condição para que ele exista.
Aqui não há assunto pequeno demais nem vergonhoso demais. Você não precisa chegar organizado nem saber explicar o que sente — esse é justamente o trabalho.
O objetivo não é que você dependa da terapia, e sim que construa recursos próprios para seguir. Eu caminho junto; a direção é sempre sua.
“A gente só sofre pelo que — e por quem — nos importa.”
Se você chegou até aqui, talvez já saiba que este é o momento. A primeira conversa é gratuita.